Email Marketing só vende se…

Meu notebook está em fase terminal. Cansado, liga quando quer, desliga quando quer também, faz tudo se arrastando. Dia sim, dia não, penso em comprar outro, faço pesquisas, comparo preços e vou protelando sua morte.

Hoje recebi um email de uma grande empresa de tecnologia, informática e eletrodomésticos cujo subject promocional para notes me chamou a atenção. Trazia frases de efeito, design natalino e palavras do tipo: “surpreendente”, “imperdível”, “mágico”.

Cliquei em vários pontos da campanha e nada… a coisa era, na verdade, um puzzle de jpgs. que não me levaram a lugar algum.

No rodapé, voilá, uma esperança: um link me levou para onde? Para onde? Para um localizador de lojas físicas! Really? 🙄

Querides colegas de conteúdo, hoje, quem quer saber onde fica uma loja, pesquisa no Google Maps, não precisa de um email marketing para isso…

O email marketing só vende se contiver informações relevantes e prévias sobre o produto e/ou serviço que a empresa oferece.

Se estamos falando de notebooks, por que não expor alguma funcionalidade ou diferencial de um lançamento ou de uma linha? Por que uma campanha com um único link no rodapé? Por que não direcionar o consumidor para um ambiente com os produtos anunciados no subject? Por que criar uma experiência chatíssima para a pessoa, obrigando-a a clicar inúmeras vezes nos ambientes até ela chegar onde quer?

A decisão por uma compra tem etapas. Na primeira delas, as pessoas querem saber das qualidades de um produto, depois elas vão pesquisar onde e como comprar, se na Internet ou numa loja física. A lógica é simples.

Para se ter um email marketing efetivo é preciso estudar, compreender e trabalhar de acordo com a experiência digital do consumidor.

Depois não adianta reclamar que as métricas estão ruins e que aquela “maravilhosa” campanha foi parar na minha caixa de spam.

 

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